As ações de
Vigilância em Saúde Ambiental, estruturada a partir do Sistema
Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental, estão centradas nos
fatores não-biológicos do meio ambiente que possam promover riscos
à saúde humana: Água para consumo humano, ar, solo, desastres
naturais, substâncias químicas, acidentes com produtos perigosos,
fatores físicos e ambiente de trabalho. Nessa estrutura destaca-se:
VIGIAGUA - A
Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada à Qualidade de Água
para Consumo Humano, que consiste no conjunto de ações adotadas
continuamente pelas autoridades de saúde pública para garantir que
a água consumida pela população atenda ao padrão e às normas
estabelecidas na legislação vigente e para avaliar os riscos que a
água consumida representa para a saúde humana. Suas atividades
visam em última instância, a promoção da saúde e prevenção das
doenças de transmissão hídricas;
VIGISOLO – À
Vigilância em Saúde Ambiental de Populações Potencialmente
Expostas a Solo Contaminado, que compete recomendar e adotar medidas
de promoção à saúde ambiental, prevenção e controle dos fatores
de riscos relacionados às doenças e outros agravos à saúdes
decorrentes da contaminação por substâncias químicas no solo;
VIGIAR –
Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada a Qualidade do Ar, que
tem por objetivo promover a saúde da população exposta aos fatores
ambientais relacionados aos poluentes atmosféricos – provenientes
de fontes fixas, de fatores móveis, de atividades relativas à
extração mineral, da queima de biomassa ou de incêndios florestais
– contemplando estratégias de ações intersetoriais.